Quando o clima muda a rota, a logística precisa mudar também.

A possibilidade de um novo período de seca mais intensa no Brasil já começa a acender um alerta para o setor logístico.

Com a previsão de condições associadas a um possível El Niño, o nível dos rios volta ao centro das discussões sobre infraestrutura e transporte. No Norte do país, a preocupação é especialmente relevante: a redução do nível das águas pode comprometer a navegação em importantes hidrovias utilizadas para o escoamento de cargas.

No Tapajós, uma das principais rotas para o transporte de grãos, o setor estima que até 5 milhões de toneladas possam deixar de ser transportadas pela hidrovia caso não sejam realizados investimentos necessários em manutenção e dragagem. A notícia parece, à primeira vista, uma questão específica do transporte hidroviário. Mas ela revela um desafio muito maior para a logística brasileira: o quanto uma cadeia de suprimentos está preparada para lidar com aquilo que não consegue controlar?

Quando uma rota é afetada, o impacto não fica restrito ao transporte. Ele pode chegar ao estoque, prazo de entrega, custo da operação, produção e , no fim da cadeia, ao cliente. É por isso que resiliência deixou de ser apenas uma palavra associada a grandes crises. Ela passou a fazer parte da estratégia logística. Uma cadeia resiliente não significa necessariamente ter uma solução para todos os cenários possíveis. Significa ter capacidade de adaptação com alternativas de transporte, visibilidade da operação,  infraestrutura, tecnologia e planejamento. Tudo isso permite que o cliente tenha melhor capacidade de tomar decisões quando o cenário muda.

Durante muito tempo, falar em eficiência logística significava principalmente fazer mais rápido, com menor custo e maior produtividade. Hoje, existe uma dimensão adicional: a capacidade de continuar funcionando quando as condições deixam de ser as ideais. E isso muda a forma como as empresas precisam olhar para suas cadeias de suprimentos. É nesse ponto que logística deixa de ser apenas uma questão operacional e passa a ser uma questão estratégica.

Na Logic, acreditamos que uma operação logística precisa estar preparada não apenas para o cenário de hoje, mas para as variáveis que podem impactar o negócio amanhã. Afinal, eficiência é importante, mas capacidade de adaptação também é.

Sobre a Logic:

Nascemos em 2012 com o propósito de ser o melhor operador logístico da Bahia, oferecendo serviços integrados de transporte e armazenagem com rapidez, eficiência e confiabilidade. Ao longo dos anos, crescemos, nos fortalecemos no mercado e passamos a ser referência em infraestrutura de excelência, inovação e qualidade. Atualmente,  somos o maior operador logístico da Bahia em capacidade de armazenagem e um dos maiores do Nordeste.

Ao aliar conhecimento técnico, tecnologia de ponta e investimento em capacitação da equipe, nos tornamos capazes de atender de modo diferenciado, oferecendo soluções adequadas às necessidades específicas de cada cliente nas áreas de armazenagem, transporte e distribuição.